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A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

Desde pequenos que criar faz parte do nosso dia-a-dia. O que começou com pequenas construções de legos, rapidamente se desenvolveu para desenhos, escrita, ou mesmo produção de músicas e vídeos. E, com a ajuda da tecnologia presente nos nossos bolsos, fica muito fácil mostrar constantemente essa criatividade a todos que a queriam ver com a sua partilha na Internet. O que ninguém pensa, naturalmente, é que essa liberdade de partilha pode acabar tão rapidamente quanto começou. Pen (...)
Há certos assuntos que os evitamos tanto que até dificuldade temos em escrevê-los. Talvez não queremos aceitar a realidade ou talvez estejamos apenas a adiar o sentimento que isso nos dará para mais tarde. Independentemente do motivo, se sentes essa dificuldade, provavelmente devias de escrever. Escrever dá a clareza que falar e pensar não dá. Escrever é um processo de introspeção em que colocas os teus problemas em papel, olhas por eles, e consegues encontrar a solução por (...)
Ontem passou pelo Twitter uma montagem de um vídeo de Mark Zuckerberg (podem vê-la aqui), que tanto me deu para rir como para arranjar tema para o post de hoje. Ao longo da paródia, Zuckerberg ia falando sobre a carne que estava a defumar para o jantar até que ele disse algo especialmente interessante. "Things tast better when you make it yourself" Não só relacionado à comida, mas tudo o que é (...)
Tal como as melhores biografias não são aquelas em que tudo foi um mar de rosas, também nós ao viver não temos de almejar para isso. As melhores biografias são aquelas em que o protagonista é apresentado com um certo obstáculo e vive literalmente para ultrapassá-lo. Encontrando outros desafios, felicidades e aventuras pelo meio. Ninguém devia almejar por uma vida perfeita. O que tem ela de interessante? Daria uma boa história? Creio que não. Tornaria-se monótona, fácil e (...)
Se não as tivermos, podemos ficar satisfeitos com o resultado, se as tivermos podemos facilmente ficar desiludidos com ele. Muitas vezes, independentemente do resultado, são as expectativas que damos às coisas que fazem com que fiquemos satisfeitos ou insatisfeitos. Pois se não as tivéssemos, não esperaríamos que algo fosse melhor ou pior do que obtivémos. Isto faz-me pensar.  Se invertermos os papéis e formos nós a apresentar algum resultado a alguém. Muito do que nós dizemos (...)
Existem dias em que é impossível fazer tudo o que tinhas planeado fazer. Talvez pela ocorrência de algum imprevisto ou talvez porque aproveitaste o dia todo para o passar com a tua família. Independentemente do que aconteceu, cabe a ti saber lidar com isso e perceber que é normal. Nunca ninguém deixou de ser saudável por comer mal um dia. Assim como nunca ninguém passou a ser saudável por comer bem um dia. É o aglomerado, a frequência e a consistência do que fazemos de dia para (...)
Muito do que fazemos no dia a dia é baseado no resultado de experiências anteriores. Se elas foram positivas, tendemos a repetir, se negativas, tendemos a evitar. Mas e se repetíssemos também as experiências negativas? Não qualquer uma, mas aquelas que têm potencial para nos fazer crescer. Talvez iríamos aprender mais por aí que indo pelos caminhos seguros. Pensa nisso. Photo by Pablo García Saldaña (...)
Tão desejadas por tantos, mas aparecem em tão poucos. Acontecimentos que são tão imprevisíveis que não se deve contar com eles para pegarem no nosso futuro. Se aparecerem, serão bem vindos, se não aparecerem, bem, já era normal isso acontecer. Contudo, isso não significa que não existe nada a fazer para que se aumente a probabilidade de as conseguir. Mesmo que o ganho dessas probabilidades seja mínimo, já é alguma coisa. Por isso pensa: Existe alguma coisa que possas fazer (...)
Imagem retirada daqui Consegues ver a cara de um homem? Vês apenas a paisagem? Ou consegues ver ambas as figuras? À semelhança dessa imagem, a vida também é muito dependente da perceção que temos dela. Daí conseguindo-se explicar o porquê de várias pessoas vivenciarem o mesmo acontecimento, experienciando-o de formas diferentes. Tudo devido à perceção. A partir do momento (...)
Dar um passo atrás por vezes é mais difícil do que parece. O sentimento de não querer perder ou atrasar o percurso é grande, mas muitas vezes é o melhor a ser feito. Ter paciência é uma virtude. E, como a maioria das ações que tomamos diariamente servem para construir um futuro melhor, saber dar um passo atrás para depois conseguir dar dois em frente é importante. Pára, quando sentes que tens de parar. Abranda, quando assim bem entenderes. Tudo em prol do objetivo final. (...)