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A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

A Jornada de um Estudante

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O debate pelos diferentes métodos de estudo é polémico. Uns dizem que aprendem melhor com esquemas, outros a ler e reler matéria, outros a ouvi-la e outros até a colocá-la em prática; a verdade é que estudos mostraram que preferências por um estilo específico de aprendizagem pouco importa para o resultado final do trabalho. Existem métodos que resultam melhor (...)
Com a informação mais acessível que nunca, estamos numa era em que podemos aprender tudo o que nós quisermos, literalmente. Tornando-nos alguém não só conhecedor, mas também apto para trabalhar nos mais variados temas. Mas, apesar disso, poucas são as pessoas que o fazem. É fácil entrar num caminho e segui-lo. Seguir e explorando-o cada vez mais. Difícil é tomar outros caminhos simultaneamente a esse. Vivendo e aprendendo o que cada caminho tem para nos oferecer e ensinar. Tom (...)
O stress e a ansiedade são emoções que acompanham o dia de muitas pessoas. O chegar a casa e esses sentimentos acumulados por um dia de trabalho, podem sobrecarregar muito alguém. Principalmente, quando isto acontece não em apenas um ou dois dias, mas sim regularmente. Para combater isto, o ideal era arranjar um "remédio milagroso". Um remédio que combatesse todas essas emoções e mais algumas. Não seria isto perfeito? Muito bem, tenho a dizer que esse remédio existe, e que está (...)
Existem alturas na vida que o trabalho ocupa um espaço tão grande no dia que fica difícil manter outras atividades. Mesmo que elas ajudem a manter a sanidade mental e a descontrair. Por um lado, a cabeça diz para continuar a fazê-las; por outro, diz que "é só um dia, agora não tens tempo para isso". É complicado. E, na maior parte das situações, o melhor é manter a rotina. Para além do nosso cérebro exagerar na definição de "dificuldade", ele também precisa de momentos de (...)
Na altura das máquinas de escrever, quando ainda não havia computadores, tudo o que era escrito, ficava escrito. Não era possível apagar, alterar ou reformatar. Com isso eram frequentes algumas gralhas. Com a vinda dos computadores, todos estes problemas conseguiram ser corrigidos. Mas, com a resolução de um problema, surgiu outro. O facto de podermos desfazer, apagar e recomeçar tão facilmente tudo o que podemos criar e escrever, leva-nos à dúvida constante se "está bom o (...)
A nossa cabeça é perita em supor o que acontece no futuro. O problema é que a grande maioria das suas suposições estão bem longe do que acontecem na realidade (felizmente). Servindo quase exclusivamente para nos fazer sofrer por antecipação. Algo que não é desejado de todo, principalmente quando não está dentro do nosso controlo. Todas as suposições que a nossa cabeça cria por algo, o sofrimento e a dificuldade que nelas acarretam, quando dividido por metade ou até por um (...)
Trabalhar hoje não tem de ser como era trabalhar antes. Nos dias que correm, existem formas mais fáceis de se fazerem as coisas. Hoje em dia, o esforço já não é diretamente proporcional à qualidade do resultado final. Existem pelo meio outras variáveis também elas importantes, tais como: a eficiência. Por vezes, dar um passo atrás e investir tempo a afiar o machado, é o melhor que há a ser feito. Estudar e arranjar formas de fazermos o mesmo trabalho de forma mais eficiente, (...)
Produzir conteúdo sobre algo que não amamos realmente, nunca é boa solução. Nem no presente, porque iremos estar a dispender tempo a criar algo que não gostamos; nem no futuro, porque se o continuarmos a fazer, não iremos conseguir continuar com essa rotina por muito tempo. Acabando por desistir de um projeto que tinha pernas para andar se o criador apenas se limitasse a expressar o que lhe ia na alma. Seja na escrita, no ramo da música, ou dos vídeos; tudo se torna mais fácil (...)
É difícil colocarmos a nossa mente a fazer algo. Dizemos para ela - "Tens de trabalhar!" - e ela por vezes não o faz. Desconcentra-se, e toma atenção até às coisas mais inúteis. Só não toma atenção ao que devia: ao trabalho. Se a obrigarmos a trabalhar sem qualquer recompensa posteriormente, aí então a tarefa passa a ser ainda mais complicada. Quem é que trabalharia sem receber nada em troca?  Ninguém, óbvio! Recompensas ajudam a manteres-te verdadeiro contigo próprio. (...)