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A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

A Jornada de um Estudante

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Não sei porque escrevo. Não me identifico nada com isto. Agora pedem-me para escrever o meu elogio fúnebro... Como se fosse morrer agora ou daqui a pouco tempo. Onde é que isso já se viu... Não é por estar ligado à máquina e internado há 1 semana que vou morrer. Posso dizer que não estou nos meus melhores dias, mas acredito ainda ver nascer o sol muitas vezes. Não quero quaisquer elogios fúnebres quando morrer! Não quero frases feitas, não quero mensagens previamente (...)
Uma montanha daquelas que quando começam tu te seguras aos apoios antecipando o pior. Uma montanha daquelas que te coloca de cabeça para baixo, não uma, não duas, mas muitas vezes. Uma montanha daquelas que até a espera para começar te assusta, porque é isso que a vida faz. Até que, a vida começa. Começa a subir, entre voltas e reviravoltas, colocam-te de cabeça para baixo. Gritas. Voltas ao normal, chegas ao paraíso. Aí, apercebes-te que vais fazer uma descida a pique, (...)
Nem sabem o que hoje me aconteceu! Estava eu, muito tranquilo e sossegado a jogar plague inc. no meu computador. Sabem, aquele jogo em que tu dás nome a um vírus e tens a missão de aumentar os sinais, sintomas, vias de contágio dele até conseguires, eventualmente, extinguir toda a população terrestre antes que a sociedade encontre a sua cura. No início do jogo dei ao meu vírus o nome de covid-19, pensei que seria um nome bastante interessante para ser utilizado, e assim foi.  Ao (...)
Todos os pequenos hábitos, palavras e ações que fazes definem quem tu queres ser no futuro. São eles que formam a personalidade e imagem que vais ter, quer tu queiras, quer não. Por isso, pensa. Pensa em quem tu queres ser. Imagina a tua melhor versão e certifica-te também que pensas no que é preciso fazeres todos os dias para alcançá-la. São as pequenas coisas que tu fazes hoje que fazem com que tu sejas grande um dia.
Recentemente, Ali Abdaal falou na sua Newsletter sobre beneficiando dos seus próprios conselhos. Isso fez-me pensar, pois me identifiquei completamente com ele. Eu mesmo, muitas vezes dou por mim a seguir dicas e conselhos que dou aqui no Blog. Sinto que não é raro as pessoas pensarem que as pessoas que pregam estes conselhos todos e estes ideais têm a vida toda organizada, toda perfeita. Como se a vida fosse literalmente um mar de rosas. Penso isto, pois também também me vem à (...)
Já aqui escrevi muito sobre o quão eu gosto das manhãs. Muito devido à sua paz e silêncio. Isto fez-me pensar o que estes sentimentos e emoções conseguem provocar em nós para além de um bem-estar geral. Pois bem, percebi que para alguém que escreve, este silêncio é mais que importante, é fundamental. Pessoalmente não consigo consigo escrever com música, ruído, entre outros. Tolero barulho de fundo, mas idealmente o silêncio é o desejável. Sinto que dessa forma as minhas (...)
Acordo, olho para para o despertador e ele marca 7h00. Viro e reviro-me na cama, não me consigo levantar. Estou demasiado bem debaixo dos lençóis para sair e enfrentar o frio das manhãs de fevereiro. Mas, após uns bons 15 minutos na ronha, lá me consigo ganhar coragem. Coloco os pés no chão, sinto o frio do soalho de madeira. Frio esse que me percorre a espinha e me dá consequentemente um pequeno arrepio. Soube bem. Dou dois pequenos passos até à janela, levanto as persianas e (...)
Um bom leitor é aquele que não só lê, mas que vive a história. Que se coloca no mundo fictício como uma sombra das personagens principais, observando, ouvindo e sentindo. O problema é que por vezes torna-se demasiado real. Sendo difícil de separar o mundo real, do mundo fictício. O que por um lado é mau pois há que não cair nesse precipício; por outro, o dever do escritor foi cumprido. Escrever de forma a englobar e abraçar o leitor na história não é para todos. Não são (...)
A vida é de tal forma complexa que fica difícil pensar nela. Nos seus momentos. No passado, no presente e no futuro. É difícil pensarmos em nós e nos outros. É difícil. É difícil porque caímos sempre na ambiguidade. Na ambíguidade que estamos sozinhos apesar de termos sempre alguém por perto. Apesar desse alguém estar a viver também a sua vida solitariamente. Somos uma população de solitários que vive a sua vida conforme a maré, definindo o seu rumo. Independentemente ou (...)
Boa tarde, o meu nome é Google e para surpresa de muitos de vós, eu erro. Sim, leram bem, eu erro e não tenho medo de o dizer. Acho engraçado ouvir expressões do tipo "Errar é humano", "Todas as pessoas erram". Isso é verdade e é muito bonito, mas e então as máquinas? Nós não erramos? Tenho-vos a dizer que erramos tanto como vocês. Quando a vocês vos falta algo no vosso pensamento, a nós falta-nos uma linha de programação. Compreendo que confiem em nós para procurar todo (...)