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A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

É realmente incrível pensar que tudo o que nos rodeia começou com uma simples decisão de começar. Desde os projetos mais bem sucedidos e conhecidos aos menos, todos eles tiveram em comum a mesma coisa: começaram. Dando alguns exemplos: O Facebook começou inicialmente por escrever uma simples linha de código.Um blog começou apenas por escrever um primeiro post.Até uma casa começa sempre apenas por juntar dois tijolos.Isto faz-me pensar que qualquer ação que façamos, por muito (...)
Ontem estava a arrumar a minha secretária e fui encontrando algumas lembranças que amigos meus me tinham dado ao longo dos anos. Isso fez-me pensar: será assim tão difícil dar prendas se nos basearmos apenas na simplicidade? Aqui no Blog já muito falei sobre a importância das pequenas coisas e do valor que os pormenores têm tanto nas pessoas como no que as pessoas pensam delas. Já deu para perceber que, pessoalmente, dou muito valor a isso e é nisso mesmo que esta mensagem mais (...)
É interessante pensar que toda a nossa vida gira em torno da gratificação a longo prazo. E, quando a gratificação imediata entra em jogo, na grande maioria das vezes (nem sempre), entra como intrusa. Não pertencendo verdadeiramente àquele tempo e espaço. Desviando o nosso foco do que realmente é importante. Estudamos durante os primeiros 25 anos da nossa vida, pelo menos, para nos formarmos num campo específico e trabalharmos nele encontrando estabilidade. Praticamos exercício (...)
Derek Sivers é, entre muitas outras coisas em que já trabalhou, entre artista de circo e palestrante, hoje em dia dedica-se mais à escrita e à produção musical. Ontem fiquei a conhecer o trabalho dele e fui ao encontro do seu Blog. Um blog muito minimalista à semelhança da sua forma de viver e de pensar. Com uma pequena pesquisa, deparei-me com algumas ideias dele sobre como passar da ideia à ação, sem ter (...)
Ninguém tem mais tempo que ninguém. Apenas existem umas pessoas que gerem o tempo melhor que outras. Se achas que não tens tempo, estás errado, todos temos as mesmas 24 horas, apenas os gastas de forma diferente e, pelos vistos, gasta-os mal. Para teres o teu tempo de volta, há que primeiramente perceberes em que é que realmente gastas o teu tempo. Faz este exercício durante uma semana e aponta tudo na medida do possível. Desperdiças demasiado tempo a cozinhar? Aponta isso. (...)
As pessoas não gostam de perder. Já Daniel Kahneman dizia no livro "Pensar depressa e devagar": as perdas têm maior peso do que os ganhos. Por isso, entre duas opções, as pessoas tendem a olhar mais depressa para o risco de perder que para a oportunidade de ganhar. Isto é normal. A maioria das pessoas é assim, sendo que uns têm uma aversão à perda maior que outros. E, por esta razão é que podemos afirmar que é difícil arriscar. Tendemos sempre a pensar "e se perdermos?" do (...)
Palavras por vezes saem mais rápido da nossa boca, do que pensamentos chegam ao nosso cérebro. A diferença é que mais facilmente se lida com pensamentos do que com palavras ditas. A vida não é como um jogo onde existe um botão para "voltar atrás", nem uma história que se escreve num papel em que dá para apagar com borracha. Apesar das várias parecenças, na vida tudo o que é dito é eternizado, quer tu queiras quer não. Pensa no que vais dizer, com cuidado, e se assim bem (...)
Em tempos de isolamento social, tudo e mais alguma coisa se torna uma fonte de distração tremenda. Daquelas em que quando nos atiramos de cabeça, muito dificilmente voltamos ao de cimo devido à quantidade de informação que existe. Provavelmente estarão a pensar em redes sociais como o Instagram, o Facebook, o YouTube, entre outras... mas na verdade existe algo que nós assistimos todos os dias que se não for tomada conscientemente, muito rapidamente se perde o controlo sobre isso. (...)
Nesta altura que atravessamos, mais que em qualquer outra altura, sinto que tenho as horas e até os minutos contados a cada dia que entro. Se é bom isto acontecer? Não necessariamente. Contudo, também não tem de ser necessariamente mau. Passo-vos a explicar o porquê. O facto ter termos quase todas as 24 horas que dispomos do nosso dia contabilizadas, significa que temos muito para fazer. Significa que são dias que não sabemos por onde mais nos virarmos. Temos tanto para fazer que (...)
Vive o presente. Porquê preocupar com o que já passou, com o que está para trás? Porquê preocupar com algo que ainda não aconteceu, algo que está ou não para vir? Porque não nos preocuparmos realmente e focarmos a nossa atenção no presente? No que realmente conseguimos controlar e no que realmente conseguimos sentir. O passado torna-nos frustrados. O futuro torna-nos paranóicos. O presente faz-nos ficar vivos. Porque vivo é aquele que vive, no presente, não aquele que vive o (...)