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A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

A Jornada de um Estudante

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Surpresas quando bem planeadas são o ponto alto do dia de alguém. Algo que fazes às escondidas, sem conhecimento de ninguém, com o intuito de lhe soltar um sorriso do tamanho do mundo, são coisas que por vezes não fazemos tantas vezes quanto podíamos. Atitudes que marcavam tanto o nosso dia como o dia de outras pessoas com tamanho positivismo e alegria, que dificilmente se ficaria indiferente. Uma boa notícia é que atitutes destas não têm que levar muito tempo a serem planeadas (...)
A nossa cabeça é perita em supor o que acontece no futuro. O problema é que a grande maioria das suas suposições estão bem longe do que acontecem na realidade (felizmente). Servindo quase exclusivamente para nos fazer sofrer por antecipação. Algo que não é desejado de todo, principalmente quando não está dentro do nosso controlo. Todas as suposições que a nossa cabeça cria por algo, o sofrimento e a dificuldade que nelas acarretam, quando dividido por metade ou até por um (...)
Há dias que a nossa vida não contribuiu em nada para que os nossos hábitos se mantenham consistentes. Ora acontece algum imprevisto, ora esquecemo-nos de o fazer, ou mesmo outra coisa qualquer. Parece que não há remédio. Cabe-nos a nós, gerir isso da melhor forma e lidar com a situação o melhor possível. Ou escorregamos no dia de hoje esperando que o dia de amanhã seja diferente, ou fazemos pelo menos o mínimo que seja para marcar um check no nosso hábito. Tinhas de treinar (...)
Ontem estava a arrumar a minha secretária e fui encontrando algumas lembranças que amigos meus me tinham dado ao longo dos anos. Isso fez-me pensar: será assim tão difícil dar prendas se nos basearmos apenas na simplicidade? Aqui no Blog já muito falei sobre a importância das pequenas coisas e do valor que os pormenores têm tanto nas pessoas como no que as pessoas pensam delas. Já deu para perceber que, pessoalmente, dou muito valor a isso e é nisso mesmo que esta mensagem mais (...)
Há sempre alguma coisa a fazer para cada problema que existe. Podes sentir-te inútil, sem voz, nem capacidade para influenciar verdadeiramente algo, mas, independentemente do teu ramo tens sim possibilidade de combater o problema. Seja a tua arma a escrita, a música, o humor, ou outra coisa qualquer, utiliza-a e mostra-a ao mundo. Talvez a tua escrita ajuda uma pessoa a pensar de forma diferente sobre algo, resolvendo-lhe um problema. Talvez a tua música toca no coração de outra, (...)
Olha ao teu redor e vê o Mundo tal e qual como ele é. Sem filtros, sem máscaras, sem nada.  Agora, fecha os olhos e reflete. Pensa no que é bom que nos rodeia e no que é mau. Pensa em formas como manter os aspetos positivos e como reverter os negativos. Finalmente, abre os olhos. Arregaça as mangas. Partilha com quem conseguires as tuas soluções e faz acontecer! Photo by Joshua Earle (...)
Já deixaste de escrever algo por pensar que isso não seria útil para ninguém? Muitas pessoas cometem esse erro. Mas, a verdade é que essa não é a tua função. O trabalho do criador é criar. O trabalho do público é consumir e avaliar. É impossível saberes se algo é ou não realmente útil, apenas o público o dirá. Pois enquanto algo não é útil para umas pessoas, pode ser útil para outras. Foca-te em criar e permite ao público tirar os benefícios disso. PS: Envia este (...)
Ninguém tem mais tempo que ninguém. Apenas existem umas pessoas que gerem o tempo melhor que outras. Se achas que não tens tempo, estás errado, todos temos as mesmas 24 horas, apenas os gastas de forma diferente e, pelos vistos, gasta-os mal. Para teres o teu tempo de volta, há que primeiramente perceberes em que é que realmente gastas o teu tempo. Faz este exercício durante uma semana e aponta tudo na medida do possível. Desperdiças demasiado tempo a cozinhar? Aponta isso. (...)
As pessoas não gostam de perder. Já Daniel Kahneman dizia no livro "Pensar depressa e devagar": as perdas têm maior peso do que os ganhos. Por isso, entre duas opções, as pessoas tendem a olhar mais depressa para o risco de perder que para a oportunidade de ganhar. Isto é normal. A maioria das pessoas é assim, sendo que uns têm uma aversão à perda maior que outros. E, por esta razão é que podemos afirmar que é difícil arriscar. Tendemos sempre a pensar "e se perdermos?" do (...)
Hoje, como na grande maioria dos meus dias, fui correr de manhã e uma pessoa, desconhecida por acaso, me desejou "Tenha um bom dia!". Um idoso, que acredito que tinha um sorriso rasgado escondido por trás da máscara que lhe tapava metade do rosto. Agradeci, coloquei também eu um sorriso na cara e retribui-lhe o "bom dia". Posso dizer que ainda não eram nove horas da manhã e o meu dia já estava completo. Alguém que deambulando por aí, levanta a cabeça e deseja "bom dia" a uma (...)