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A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

A Jornada de um Estudante

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Muito se fala das redes sociais e o quão elas podem ser tóxicas para as pessoas que as utilizam. Em parte isso é verdade, há sim a possibilidade delas prejudicarem mais que beneficiam, mas, isso depende do que as pessoas consomem e não da rede social em si. Redes sociais, tais como o Twitter, o Facebook e o Instagram, são apenas plataformas onde é possível a criação e a divulgação de conteúdo. Elas, por si só, não são tóxicas, o que pode ser tóxico é a forma como são (...)
Dias preenchidos com sorrisos, surpresas e memórias. Pequenas coisas que ajudam a abstrair de todas as preocupações que se tem no dia-a-dia. Pequenas coisas estas que, também, muitas vezes não são assim tão valorizadas. Aproveitar o momento e aproveitar o presente. Vivê-lo de tal forma que se consiga vivê-lo também no futuro. Experiências e vivências marcantes não são momentos do presente, acabando por ficarem perdidas no passado. São sim momentos perpétuos que vivem (...)
Com a informação mais acessível que nunca, estamos numa era em que podemos aprender tudo o que nós quisermos, literalmente. Tornando-nos alguém não só conhecedor, mas também apto para trabalhar nos mais variados temas. Mas, apesar disso, poucas são as pessoas que o fazem. É fácil entrar num caminho e segui-lo. Seguir e explorando-o cada vez mais. Difícil é tomar outros caminhos simultaneamente a esse. Vivendo e aprendendo o que cada caminho tem para nos oferecer e ensinar. Tom (...)
O stress e a ansiedade são emoções que acompanham o dia de muitas pessoas. O chegar a casa e esses sentimentos acumulados por um dia de trabalho, podem sobrecarregar muito alguém. Principalmente, quando isto acontece não em apenas um ou dois dias, mas sim regularmente. Para combater isto, o ideal era arranjar um "remédio milagroso". Um remédio que combatesse todas essas emoções e mais algumas. Não seria isto perfeito? Muito bem, tenho a dizer que esse remédio existe, e que está (...)
Existem sempre descrições de experiências que passam de anos para anos. Descrições essas baseadas em experiências individuais que acabaram por generalizar e descrever experiências na sua essência. E, tomar isso como verdadeiro, não é de certeza o melhor a ser feito. O que as outras pessoas vivem, não significa necessariamente o que tu vais viver. E, acreditar inteiramente nisso, só te trará ora demasiadas expectativas (caso a descrição tenha sido positiva) ora ansiedade (...)
Existe pela Internet fora criadores de conteúdo que têm uma palavra muito forte a dar. Apresentam boas ideias, concisas, e que realmente ajuda quem as lê. É por este motivo que gosto de me subscrever à newsletter de alguns deles. Com isto, surgiu um problema que não pensava ter. A minha inbox tornou-se um misto entre informações realmente importantes da minha vida e outras provindo dessas mesmas subscrições. De um momento para o outro tornou-se o caos. E foi aí que procurei uma (...)
Será que estamos a agir com as intenções corretas? Na vida podemos agir de acordo com a obtenção de bens materiais ou não materiais. Cada um é importante, mas não igualmente importante. Bens materiais são limitados. Não podem ser nem mais nem menos do que aquilo que são. São coisas que depois de adquiridas, o nosso apreço por elas tende a decair ao longo do tempo. Por outro lado, coisas não materiais como a felicidade, a aptidão e o orgulho próprio têm uma infinita (...)
"Sai de casa, vem apanhar ar" - disseram eles. Aceitei, pensando que realmente iria apanhar ar. Inocente. Minutos depois percebi que já não é bem assim. Sim apanha-se ar, mas não se respira o ar. A máscara não permite. Esta sombra de todos os que metem um pé fora de casa, não nos larga. É a nossa melhor amiga e a nossa maior inimiga. Aquela que tanto nos protege para o futuro e nos tira o ar no presente. E, como se já não bastasse, vem o álcool gel. Mãos sempre besuntadas (...)
As probabilidades são muitas vezes tidas em conta para nos ajudarem a tomar decisões. Consciente ou inconscientemente recorremos-lhes diariamente para um grande parte das nossas ações. Uma probabilidade que não temos tanto em conta, e que por vezes temo-la como garantido, é a probabilidade de nós existirmos. Nascemos, crescemos, vivemos e morremos. Tudo parece muito normal e automático. Não podia ser de outra maneira. Mas, qual exatamente a probabilidade de tu mesmo, com essas (...)
O ser humano tem muitas limitações. Uma delas é a dificuldade em compreender o futuro longínquo. Ele sabe o que significa viver daqui a 10 anos, não percebe é o que consegue atingir nesse período de tempo. Fazemos planos (eu incluído) para o nosso futuro como se fôssemos a mesma pessoa daqui a 10 ou 15 anos. Mas a verdade é que os nossos gostos e prioridades mudam constantemente ao longo do tempo, muitas vezes, mesmo sem nos apercebermos disso. O que hoje sabemos que queremos (...)