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A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

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Já deixaste de escrever algo por pensar que isso não seria útil para ninguém? Muitas pessoas cometem esse erro. Mas, a verdade é que essa não é a tua função. O trabalho do criador é criar. O trabalho do público é consumir e avaliar. É impossível saberes se algo é ou não realmente útil, apenas o público o dirá. Pois enquanto algo não é útil para umas pessoas, pode ser útil para outras. Foca-te em criar e permite ao público tirar os benefícios disso. PS: Envia este (...)
14 Mai, 2020

Uma boa ação

Muito se fala de boas ações, Poucos sabem do que elas se tratam. Elas não se encontram espalhadas pelas ruas, mas sim escondidas nos becos sem saída.   Boas ações não são comuns e não acontecem frequentemente, Não é tão simples quanto parece, É dar algo a alguém que pediu muito, E a quem Deus ouviu suas preces.   Uma boa ação é um raiar de sol num dia cinzento. Uma boa ação é o silêncio num noite calma. Uma boa ação é dar algo que não é suposto. E que faz (...)
Consideremos o seguinte: Se pegarmos em dois grupos de artesãos, e pedirmos que ambos criem uma peça considerada obra de arte, em que um grupo só poderá criar uma peça e melhorá-la, enquanto o outro grupo poderá criar várias e várias peças. Sabe-se que no final do mesmo período de tempo, o grupo de artesãos que criou mais peças, ou seja que teve mais prática, alcançou um melhor resultado. Isto porque, e como todos sabemos, a prática leva à perfeição. Implementamos todos (...)
Há pouco mais de duas semanas implementei um novo hábito na minha rotina diária: Morning Pages. Deparei-me inicialmente com este hábito e conceito através da Newsletter de Ali Abdaal, na qual ele falou um bocado delas e o quão têm influenciado para melhor a vida dele. Lido isto, decidi experimentar e posso dizer que tem sido um sucesso. As Morning Pages, tal como o nome indica, são páginas que são escritas de manhã. Idealmente três páginas, que são escritas de manhã. Estas (...)
Sentimentos como os de realização e orgulho pessoal são por vezes difícieis de alcançar. Não sabemos o que fazer realmente para nos sentirmos assim. Não sabemos como atuar para que eles notem em nós e nos abracem com toda a sua força. Eu por vezes também não, mas uma coisa eu sei... Sei que não é pelas pequenas coisas que eles aparecem. Apesar de serem as pequenas coisas a criarem os alicerces para as grandes se formarem e ganharem asas, é o resultado final, as grandes (...)
O poder da escrita é algo que muitas vezes não é tido em conta. Com o avanço das tecnologias, outras plataformas de partilha de conteúdo vieram a dar lugar à escrita. Mas, apesar de tudo, a escrita manteve-se firme e nunca desapareceu. Isto porquê? Porque há pelo menos um pormenor em que ela é melhor que todas as outras formas de comunicação: a escrita faz-nos falar connosco próprios. Ao lermos algum texto, existe a possibilidade de nos identificarmos com ele. Chegando a (...)
Estou deitado no sofá, agarrado a uma almofada enquanto sorrio pateticamente. E sorrio porquê? - Perguntam vocês - Porque gosto de me relembrar das coisas que me fizeram feliz no passado. Coisas essas que ainda hoje me colocam um sorriso nos lábios e me deixam feliz no presente. Coisas essas que aconteceram e que se eternizaram desde aí. Coisas essas que não vou esquecer, nunca. Foi tão bom... que não consigo dizer mais nada. Não consigo passar tudo para o papel. E mesmo que (...)
O mundo tem vivido um autêntico terror. Era impossível prever que tal tragédia iria acontecer, mas a verdade é que aconteceu. Tempos difíceis vieram, e vieram para ficar. Contudo, e apesar de todos os males que se têm verificado nos últimos dias e semanas, há coisas, diria eu, bastante positivas que também elas merecem ser retratadas e comunicadas à comunidade. Já há tanto desastre na comunicação social nos dias de hoje, seja ele económico, físico, epidemiológico ou social (...)
Está escuro. Não vejo nada. Abro e fecho os olhos repentinamente, vejo o mesmo. Estou sozinho. Não percebo. Como assim estou sozinho? Porque é que toda a gente me abandonou? Porquê? O que é que eu fiz? Em quem me vou apoiar agora? Quem vai ser o meu ombro amigo? Quem me vai dizer palavras de conforto quando eu mais precisar? Quem me vai dizer palavras de motivação quando eu mais precisar? Quem? Quem?! Parece que vou ter de ser eu a fazer tudo, a ser tudo e a dizer tudo. Parece que (...)
Tudo na vida é limitado, até a própria vida. Nunca te esqueças disso. Como diz o ditado: não deixes para amanhã o que podes fazer hoje. Não sabes quando vai ser a última vez que te levantas da cama e respiras o ar fresco da manhã. Não sabes quando vai ser a última vez que vês aquela pessoa, que visitas aquele sítio ou que sentes aquele sentimento. Por isso, certifica-te que nada fica por dizer, nada fica por mostrar e que nada fica por sentir. Vive completamente, com os pés (...)