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A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

Sempre me fascinou a forma como as ideias no ocorrem. O facto de não pensarmos para pensarmos melhor, é algo que ainda hoje me intriga, mas que eu abraço a todo o custo.

Apesar disto, será que está mesmo fora do nosso controlo o surgimento de ideias? Será que elas só aparecem quando nós menos esperamos? Já que, quando procuramos ativamente por elas, elas tendem a aparecer com muito mais dificuldade.

A resposta é sim. Sim, há algo a fazer.

As ideias que nos surgem provêm de conexões de informação. Sejam elas presentes ou passadas, são estas novas conexões que formam os nossos momentos de Eureka!. E, sabendo isto, temos apenas de alimentar o nosso cérebro com informações. Novas principalmente, pois são essas que ele ainda desconhece. Pegando nelas e conectando-as com as já presentes, ele forma ideias novas e únicas. Mais uma vez, durante períodos que provavelmente nem estavas a pensar ativamente sobre isso.

Posto isto, certifica-te que experiencias e consomes conteúdo novo. Sai um bocado da rotina. Depara-te com eventos que por acaso nunca chegaste a vivenciar. Pois podem ser eles que poderão dar uma faísca no teu pensamento, e uma ideia nova nasce.

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Photo by Timothy Perry on Unsplash

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Imagem retirada daqui

Consegues ver a cara de um homem? Vês apenas a paisagem? Ou consegues ver ambas as figuras?

À semelhança dessa imagem, a vida também é muito dependente da perceção que temos dela. Daí conseguindo-se explicar o porquê de várias pessoas vivenciarem o mesmo acontecimento, experienciando-o de formas diferentes. Tudo devido à perceção.

A partir do momento que se consegue aceitar de que muito daquilo que nós achamos que foram "azares", foram apenas acontecimentos dos quais lhes demos uma perceção negativa, conseguimos mais facilmente tomar controlo da nossa vida. Ou melhor, não da nossa vida, mas da perceção que temos dela. Controlando assim as emoções que consequentemente advém.

Com isto não digo que existem efetivamente acontecimentos tristes, que nos fazem sofrer naturalmente. Digo sim, é que muitos podem ser atenuados apenas com a nossa perceção. Mesmo os que nos fazem mais sofrer.

Dar um passo atrás por vezes é mais difícil do que parece. O sentimento de não querer perder ou atrasar o percurso é grande, mas muitas vezes é o melhor a ser feito.

Ter paciência é uma virtude. E, como a maioria das ações que tomamos diariamente servem para construir um futuro melhor, saber dar um passo atrás para depois conseguir dar dois em frente é importante.

Pára, quando sentes que tens de parar. Abranda, quando assim bem entenderes. Tudo em prol do objetivo final. Porque pouco na vida se trata de um sprint, é mais comum ser uma maratona.

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Photo by Free To Use Sounds on Unsplash

Em 7,8 bilhões de pessoas no mundo, por muito diferentes que sejam umas das outras, existe sempre algumas semelhanças. Mesmo na sua maneira de ser.

Existe pessoas para tudo. E, quando pensares que és o único com essas características, não és.

Por muito incomum que cada um possa ser, existe sempre alguém que pensa ou se sente de forma semelhante. Podemos não ter essa sensação, certamente por falta de procura, mas elas existem.

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Photo by Ryan Jacobson on Unsplash

Porque razão é mais fácil dar conselhos aos outros que a nós próprios?

Ocorrem-me duas possíveis respostas para esta pergunta. A primeira é porque não se trata da nossa vida. Com um bocado de egoísmo ou não, é mais fácil fazer assunções quando o resultado não nos afeta diretamente. A segunda, e provavelmente a mais importante, é que conseguimos analisar os fatos exteriormente. Vendo-os como realmente são, de forma imparcial e sem emoções à mistura.

A partir disto, acredito que seja possível adaptar este ensinamento para quando se trata de darmos conselhos a nós próprios. Colocarmo-nos de certa forma do lado de fora da nossa vida e olhar objetivamente para ela. Tentando, se possível, analisá-la de forma imparcial, tomando decisões baseando-nos nisso.

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Photo by Rémi Jacquaint on Unsplash

Nem tudo o que existe para aprender, é viável ou possível aprender por livros. Por mais que se leia sobre o assunto, ele precisa de prática. E sem ela, não se aprende.

Ninguém aprendeu a andar de bicicleta lendo um livro. Por mais que se leia sobre o "como", se não te colocares em cima de uma bicicleta e treinares, nunca vais aprender.

Por vezes não há preparação possível para a aprendizagem. Sendo o melhor mesmo é começar. Começar, experimentar e treinar. Uma e outra vez. Errando e voltando a errar até que aprendamos com eles e os excluímos da nossa prática para nos tornarmos finalmente melhores.

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Photo by Jordan Sanchez on Unsplash

Muito se fala das redes sociais e o quão elas podem ser tóxicas para as pessoas que as utilizam. Em parte isso é verdade, há sim a possibilidade delas prejudicarem mais que beneficiam, mas, isso depende do que as pessoas consomem e não da rede social em si.

Redes sociais, tais como o Twitter, o Facebook e o Instagram, são apenas plataformas onde é possível a criação e a divulgação de conteúdo. Elas, por si só, não são tóxicas, o que pode ser tóxico é a forma como são utilizadas.

Acredito que o principal problema da sua utilização passa por comparações de vidas. É muito fácil pensar que alguém tem uma vida melhor que a nossa baseada nas fotos que publica. Difícil, no entanto necessário, é perceber que só vão parar às redes sociais o que cada pessoa quer e que cada um publica não transparece em nada o que cada um vive. As redes sociais são feitas de momentos e de ângulos. Momentos esses que são sujeitos a filtros enormes para passarem às pessoas que vêem a melhor vida possível, mesmo que isso não se transmita na realidade.

Por outro lado, as redes sociais podem ser bastante benéficas por diminuirem o mundo. Por conseguirmos comunicar com uma pessoa do outro lado do Planeta com a mesma facilidade que conseguimos comunicar com uma pessoa do outro lado da rua. Já para não falar que nos dá a oportunidade de divulgar e espalhar as nossas ideias ao mesmo tempo que assimilamos outras.

Concluindo, as redes sociais são o que nós fazemos delas. A partir do momento que vemos que elas não estão a ser bem utilizadas e nos estão a fazer mais mal que bem, temos a opção de reverter isso e filtrar o conteúdo para o que queremos realmente consumir.

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Photo by William Iven on Unsplash

O entretenimento e a aprendizegem por vezes são colocados em pólos opostos do espetro.

O entretenimento move o mundo. Desde a televisão e a rádio, à internet e as redes sociais, que as pessoas são diariamente estimuladas por isso. A busca constante pelo sentimento de bem-estar, de forma tão fácil e prazerosa, é algo que ocorre com mais frequência nos dias de hoje que em qualquer outra altura na história.

Por outro lado, a aprendizagem costuma ser ligada ao esforço, dificuldades e dores de cabeça. Algo que não se costuma fazer ativamente e voluntariamente. Apenas quando é assim necessário.

Mas, quando a aprendizagem é sobreposta com o entretenimento, é aí que o ponto ideal é encontrado.

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Dias preenchidos com sorrisos, surpresas e memórias. Pequenas coisas que ajudam a abstrair de todas as preocupações que se tem no dia-a-dia. Pequenas coisas estas que, também, muitas vezes não são assim tão valorizadas.

Aproveitar o momento e aproveitar o presente. Vivê-lo de tal forma que se consiga vivê-lo também no futuro.

Experiências e vivências marcantes não são momentos do presente, acabando por ficarem perdidas no passado. São sim momentos perpétuos que vivem através da nostalgia do nosso pensamento quando a palavra "Felicidade" nos ocorre. São para sempre e para sempre as devemos levar.

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Photo by James Coleman on Unsplash

Se vale a pena viver a mesma coisa duas vezes? Nada que vivas vai ser igual à próxima vez, e vou explicar-te porquê.

À semelhança de alguns livros que quando são relidos se tornam mais ricos, existem momentos que quanto mais são vividos mais especiais ficam. As mesmas pessoas, no mesmo local, mas com histórias cada vez melhores de dia para dia.

Nada pode ser replicado totalmente, na íntegra. Existe sempre o fator surpresa presente. Surpresa essa que pode tanto tender para o lado negativo como para o positivo. Mas, quando essas experiências são passadas com as pessoas certas, não há nada que consiga deitar abaixo esses momentos.

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Photo by Daan Stevens on Unsplash