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A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

Produzir conteúdo sobre algo que não amamos realmente, nunca é boa solução. Nem no presente, porque iremos estar a dispender tempo a criar algo que não gostamos; nem no futuro, porque se o continuarmos a fazer, não iremos conseguir continuar com essa rotina por muito tempo. Acabando por desistir de um projeto que tinha pernas para andar se o criador apenas se limitasse a expressar o que lhe ia na alma.

Seja na escrita, no ramo da música, ou dos vídeos; tudo se torna mais fácil quando gostamos do que abordamos. A escrita sai mais espontânea e natural, a música sai mais melódica e os vídeos transparecem sinceridade.

O projeto no momento da criação torna-se mais leve, e no futuro quando realizado torna-se um orgulho. Olhamos para ele e conseguimo-nos refletir naquilo. Percebendo no final das contas, que tanto o tópico foi verdadeiro connosco, como nós fomos verdadeiros connosco próprios. Não fingindo que gostávamos de algo apenas pelo simples facto de criar. Mas sim, criar algo porque nos identificámos realmente com aquilo e quisemos partilhar o nosso sentimento.

Quando feito assim, tudo se torna mais simples, basicamente. Enquanto os consumidores andam felizes e contentes por terem bom conteúdo, os criadores continuarão a criar; pois uma chama destas, jamais se irá apagar.

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Photo by Tamara Gore on Unsplash

É difícil colocarmos a nossa mente a fazer algo. Dizemos para ela - "Tens de trabalhar!" - e ela por vezes não o faz. Desconcentra-se, e toma atenção até às coisas mais inúteis. Só não toma atenção ao que devia: ao trabalho.

Se a obrigarmos a trabalhar sem qualquer recompensa posteriormente, aí então a tarefa passa a ser ainda mais complicada. Quem é que trabalharia sem receber nada em troca?  Ninguém, óbvio!

Recompensas ajudam a manteres-te verdadeiro contigo próprio. Fazem com que trabalhes com menos esforço e com uma surpresa à porta. Trabalhando e conquistando hoje, e continuar conquistando amanhã.

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Photo by Fauzan Saari on Unsplash

É realmente incrível pensar que tudo o que nos rodeia começou com uma simples decisão de começar. Desde os projetos mais bem sucedidos e conhecidos aos menos, todos eles tiveram em comum a mesma coisa: começaram.

Dando alguns exemplos:

  • O Facebook começou inicialmente por escrever uma simples linha de código.
  • Um blog começou apenas por escrever um primeiro post.
  • Até uma casa começa sempre apenas por juntar dois tijolos.

Isto faz-me pensar que qualquer ação que façamos, por muito pequena que ela seja, pode ter resultados astronómicos. Quando começado o projeto, é continuar a regar a semente para ele dar frutos e assim conseguir vê-la crescer.

Entre muitas ações, "começar" é claramente a mais importante. É ela que desecandeia todas as outras ações que advém e sem ela nada seria possível.

Por isso começa. Se não sabes se algo vai crescer o suficiente, começa mesmo assim. Só o tempo e o trabalho o dirá realmente. E, se não começares, aí é que nada vai crescer de certeza.

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Photo by Markus Spiske on Unsplash

Ontem estava a arrumar a minha secretária e fui encontrando algumas lembranças que amigos meus me tinham dado ao longo dos anos. Isso fez-me pensar: será assim tão difícil dar prendas se nos basearmos apenas na simplicidade?

Aqui no Blog já muito falei sobre a importância das pequenas coisas e do valor que os pormenores têm tanto nas pessoas como no que as pessoas pensam delas. Já deu para perceber que, pessoalmente, dou muito valor a isso e é nisso mesmo que esta mensagem mais uma vez se trata: pormenores e simplicidade.

Toda a gente em algum momento da sua vida já teve dificuldades em escolher um presente para alguém. Não sabendo o que dar, pensando em tudo e mais alguma coisa, mas não chegando em nada em concreto. Sentimentos destes ainda aumentam exponencialmente em casos de, por exemplo, "Prendas do Amigo Secreto" em que o budget é limitado. Limite esse que muitas vezes é baixo para as pessoas não gastarem muito dinheiro, naturalmente.

A verdade é que as melhores prendas não requerem muito dinheiro, daí esta "regra" poder servir-te como um vantagem, ao invés de uma desvantagem. 

As melhores prendas são aquelas em que têm uma pequena história por trás. Prendas que te transportam para momentos passados conseguindo vivenciá-los uma vez mais. Prendas em que consegues perceber que a pessoa que ta deu te conhece e está lá para ti, sempre. Estas sim, são as melhores prendas. E, prendas destas, não precisam de todo de grandes fundos financeiros para serem oferecidas. Qualquer mensagem (escrita, gravada ou fotografada) pode ser o suficiente para fazer o dia de alguém e trazer-lhe a emoção do coração ao olhos. Coisa que algo materialista e menos trabalhada muito dificilmente o faria...

Foca-te na pessoa a quem vais oferecer algo. Pensa numa prenda que lhe trará sorrisos tanto no presente como no futuro quando olhar para ela. Pode ser que essa lembrança se torne assim uma prenda de uma vida e não apenas de um momento.

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Photo by Kira auf der Heide on Unsplash

É interessante pensar que toda a nossa vida gira em torno da gratificação a longo prazo. E, quando a gratificação imediata entra em jogo, na grande maioria das vezes (nem sempre), entra como intrusa. Não pertencendo verdadeiramente àquele tempo e espaço. Desviando o nosso foco do que realmente é importante.

Estudamos durante os primeiros 25 anos da nossa vida, pelo menos, para nos formarmos num campo específico e trabalharmos nele encontrando estabilidade.

Praticamos exercício físico regularmente não para ficarmos saudáveis hoje, mas sim amanhã.

Poupamos os nossos ganhos financeiros, para não sofrermos hoje e podermos disfrutar deles no futuro.

A vida gira em torno de pequenos sacrifícios no presente para pudermos disfrutar e colher os frutos no futuro. Claro que, com isto, não digo que a gratificação imediata não possa entrar na rotina diária. Pode e deve, a meu ver. Acredito que para chegarmos ao futuro, não basta chegar, convém viver até lá. Aproveitando o que a vida nos oferece e o que fazemos dela. Seja tirando partido da gratificação imediata ou não. O importante é balancear corretamente as duas. 

Uma sem a outra, parece-me extremo demais. As duas, com conta peso e medida, parece-me muito mais exequível. Havendo tempo para contribuir para a segurança do nosso futuro, assim como também para a sanidade mental do presente.

No final das contas, consegues do tempo aquilo que fazes dele. Balanceia estas duas vertentes na tua vida tendo em conta os teus desejos e necessidades e agarra-te a esse sistema como se a tua vida dele dependesse. (E não é que depende mesmo?)

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Photo by Martin Sanchez on Unsplash

James Patterson é um dos autores que mais livros vende nos EUA. É conhecido especialmente pela sua série de livros do Psicólogo forense Alex Cross e foi exatamente um livro dessa série que li: Alex Cross.

Por nunca ter lido nenhum livro deste autor e por ser um tão conceituado e bem sucedido com a escrita, decidi embarcar nesta aventura para conhecê-lo melhor.

Desde as primeiras páginas, foi claro para mim o porquê do seu sucesso. Uma escrita envolvente, rápida de ser lida e fácil de ser interpretada. A cada duas ou três páginas havia um início de um novo capítulo, o que fazia com que a minha cabeça dizia "só vou ler mais um" e acabava por pousar o livro após 50 páginas.

Diria que este é o poder de um bom livro. Neste caso, uma história policial que te envolve completamente como se a estivesses a vivenciar na primeira pessoa e que não a consegues largar até a acabares.

Em geral, um bom livro de um excelente autor, que vale muito a pena a leitura. 

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Foto da minha autoria

Em pequenos, ouvimos certamente muitas vezes esta expressão. Tomá-mo-la como regra e passámos a nossa vida toda a fazê-lo. Mas, no mundo digital e no mundo da criação de conteúdos, isso não é preciso e é muito importante que não o façamos. Vou-te explicar porquê.

As redes sociais oferecem-nos algo que em pequenos não tínhamos: um megafone colocado constantemente à nossa frente. Isso pode ser tanto bom como mau, como tudo na vida. Mas vamos falar mais detalhadamente dos aspetos positivos.

O ato de em pequenos pedirmos permissão para falar, significava que tínhamos algo importante a dizer. À semelhança também dos dias de hoje. A diferença é que não temos de esperar que nos dêem permissão para isso e podemos simplesmente falar. Não temos de esperar que alguém mostre interesse em ouvir antes de sequer partilhar. E isso devia ser valorizado.

Estamos numa época poderosa, no que toca a este aspeto. Uma época onde as melhores ideias estão à distância de um clique de serem consumidas. Mas, para serem consumidas, têm de ser partilhadas primeiro. Sem pedidos de permissão e sem esperas pelo momento certo. Deixa-as sair quando estiverem prontas para sair. Quem as quiser consumir, irá à procura delas certamente.

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Photo by bady qb on Unsplash

Há sempre alguma coisa a fazer para cada problema que existe. Podes sentir-te inútil, sem voz, nem capacidade para influenciar verdadeiramente algo, mas, independentemente do teu ramo tens sim possibilidade de combater o problema.

Seja a tua arma a escrita, a música, o humor, ou outra coisa qualquer, utiliza-a e mostra-a ao mundo.

Talvez a tua escrita ajuda uma pessoa a pensar de forma diferente sobre algo, resolvendo-lhe um problema. Talvez a tua música toca no coração de outra, despoletando-lhe uma solução. 

Os problemas estão em todo o lado. Mas as soluções também. As soluções apenas precisam de um empurrão para que apareçam. Esse empurrão pode ser precisamente a arte que estás a guardar dentro de ti.

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Photo by Matt Botsford on Unsplash

O artigo de hoje vai ser diferente do habitual. Com tudo o que tem acontecido recentemente, quero vir só aqui referir algumas personalidades negras que mudaram o mundo para melhor. Tornando-se claramente ídolos e exemplos a seguir para gerações seguintes.

Sem mais demoras, vamos começar:

Muhammad Ali - Conhecido rotineiramente pela sua carreira profissional de Boxe. Sendo considerado por muitos um dos maiores desportistas de todos os tempos. Uniu posteriormente a sua carreira profissional com a política, denunciando o racismo americano durante toda a sua vida, tornando-se um símbolo nacional por muitos. 

Nelson Mandela - Principal líder sul-africano e o primeiro Presidente negro do país. Desde os seus tempos de faculdade, lutou pelos direitos dos negros que se colocavam numa inferioridade social, cívica e política. Foi homenageado com o Prémio Nobel da Paz em 1993, principalmente pela sua luta contra a discriminação racial.

Martin Luther King - Desde jovem, apercebeu-se das disparidades de direitos entre raças nos Estados Unidos. O que o levou a ser um dos mais importantes líderes dos movimentos dessa causa. Em 1963, relizou provavelmente o discurso mais conhecido a nível mundial - I have a dream - em que retratou uma sociedade, onde negros e brancos podiam viver harmoniosamente. No ano seguinte, em 1964, foi homenageado com o Prémio Nobel da Paz e em 1965, foi assassinado com um tiro por motivos supostamente racistas.

Serena Williams - Personalidade muito famosa no mundo do Ténis. Tendo sido a atleta nº1 do ranking mais de 6 vezes. É a atleta que mais ganhou prémios em dinheiro na carreira, contando com mais de 60 milhões de dólares. À semelhanla de outros grandes atletas, Serena ttem uma fundação - Serena Williams Foundation - em que promove o acesso à educação para crianças cujas famílias foram vítimas de crimes violentos.

Barack Obama - Foi o 44º Presidente dos Estados Unidos, sendo ele, o primeiro afro-americano a ocupar o cargo. Recebeu em 2009 o Prémio Nobel da Paz pelos esforços diplomáticos internacionais e cooperação entre povos.

Estes são apenas alguns dos muitos exemplos que temos na história mundial de pessoas de raça negra que influenciaram positivamente o mundo à sua maneira. Cada um no seu campo, cada um com a sua essência, mas todos eles importantes para a história. 

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Imagem tirada daqui

Parece que hoje é o teu dia. Independentemente da idade que tenha eu sei que ainda estás aí. A chama ainda não se apagou e soube que até a aproveitas para assar marshmallows. Só tu, realmente.

Posso estar mais velho, mais adulto, mais maduro; mas nunca me vais abandonar. Todos temos os nossos momentos de criança, pois brincar não tem idade. Apenas trocámos os carrinhos Hot Wheels por carros a sério e os parques de diversão por lanches à esplanada.

O riso continua igual: pateta, fácil e singular como sempre foi. Os olhos que antes brilhavam por brinquedos, hoje brilham da mesma forma pelas memórias que dão nostalgia. E que nostalgia essa... bons tempos... Volto aos meus locais de infância e até o ambiente parece continuar igual. Algumas adaptações ao presente, mas com a mesma essência do passado. Muito mudou, mas na realidade nem mudou tanto assim. A mesma criança de sempre, mas desta vez adulta.

Que no dia de hoje estejas mais presente que nunca. Rindo e sorrindo como tu tão bem sabes fazer. Deixar o lado adulto de lado e gozar o dia como criança que todos somos. Pois nos dias que advêm, vamos continuar a descer o escorrega que a vida nos dá.

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Photo by Robert Collins on Unsplash

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