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A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

Sorrisos caminham pelas ruas todos os dias.

Cumprimentam-se uns aos outros e falam sobre as suas felizes vidas.

Um emprego espetacular.

Um relacionamento fenomenal.

Muitos amigos com quem contar.

O dia acaba e recolhem-se todos para as suas casas.

Hora de guardar o sorriso e colocá-lo em cima da mesa para o dia seguinte.

Desvendando as rugas, o sofrimento e a dor.

Então e o bom emprego? O relacionamento? E os amigos?

De que é que isso serve se o problema não vem de fora, vem de dentro?

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Photo by Nicholas Kusuma on Unsplash

Aprender coisas novas é realmente espetacular. Não só pelo aprender em si, como também no sentimento que passa para nós.

Por muita coisa que se aprenda, há poucas que realmente conseguem mexer connosco. E quando isso acontece, é porque acreditamos que elas podem mudar a nossa vida.

Sentimos uma sensação de êxtase tremendo. A frequência cardíaca acelera, começamos com o pé a dar a dar, e até chegamos a sentir arrepios. É uma sensação única. Com tanta informação disponível nos dias de hoje, é bom saber que alguma dela não é só mais uma. É a tal. A tal que não sabemos porque não nos depáramos com ela antes. Mas ainda bem que isso aconteceu.

Sentimento uma vez sentido, não se quer outra coisa. O que começou por ser uma breve aprendizagem sobre algo, rapidamente se desenvolveu para algo mais. Desbravando tanto sentimentos como conteúdos nunca antes experienciados.

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Photo by Thought Catalog on Unsplash

Sempre gostei de aprender coisas novas. E, até aqui, sempre tive algumas ideias de coisas que jogava de aprender a fazer ou mesmo melhorar o que já faço. Hoje foi o dia em que passei essas ideias para o papel, ou melhor, para uma página na aplicação Notion.

Sabia que queria aprender várias coisas, não sabia é que eram tantas! Realmente ao ter ali tudo escrito e descrito deu-me clareza para saber exatamente tudo aquilo que quero fazer!

Estou mortinho para que esta época de exames da Faculdade acabe para finalmente trabalhar nestes objetivos! Vamos pensar que só faltam três semanas e meia. Está quase (ou então não).

Pode ser que mais para a frente revele quais são estes meus objetivos e vos dê um update sobre como está o andar da carruagem!

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Photo by Element5 Digital on Unsplash

Por vezes tenho dificuldade em me adaptar a imprevistos. Não devido ao sistema que uso para me organizar em si, apenas sinto que mexe demasiado com o meu psicológico.

Não é o facto de deixar uma tarefa que tinha planeado para fazer de manhã, ter de fazê-la mais tarde. É sim, o facto de não seguir exatamente o que tinha planeado, na ordem que tinha planeado.

Podes perguntar: Então, mas qual é a diferença de fazer algo agora, ou mais tarde? No final do dia, acabas com o mesmo feito. A diferença não é muita no final do dia, mas ao longo do dia é alguma. É o suficiente para eu ficar ao longo do dia a pensar e a trabalhar como se estivesse numa corrida contra o tempo. Tentando encaixar tudo o que tenho para fazer, mas desta vez numa ordem diferente.

Isto pode ser estranho para ti que lês isto, mas é o que sinto. Apesar de saber muito bem que imprevistos acontecem, ainda sinto que tenho espaço para melhorar sobre a forma como lido com eles. Talvez tenha de aceitá-los de melhor forma na minha vida, talvez da próxima vez que acontecerem possa olhá-los nos olhos e usá-los como um treino para praticar este meu ponto fraco, não sei. O que sei é que da próxima vez vou ter isto em conta e focar em melhorar.

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Photo by Colin Horn on Unsplash

Surpresas quando bem planeadas são o ponto alto do dia de alguém.

Algo que fazes às escondidas, sem conhecimento de ninguém, com o intuito de lhe soltar um sorriso do tamanho do mundo, são coisas que por vezes não fazemos tantas vezes quanto podíamos. Atitudes que marcavam tanto o nosso dia como o dia de outras pessoas com tamanho positivismo e alegria, que dificilmente se ficaria indiferente.

Uma boa notícia é que atitutes destas não têm que levar muito tempo a serem planeadas nem têm de ser muito complexas. O simples facto de dares algo a alguém (não necessita ser algo material) que essa pessoa não estava à espera, é mais que suficiente para desencadear o sentimento de supresa a ela.

Mostra-te presente e surpreende alguém. Na rotina monótona dos dias de hoje, uma pequenina surpresa pode mudar o seu dia. Pode desencadear finalmente aquele sorriso que esteve o dia todo no canto da boca prestes a sair.  

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Photo by Brooke Cagle on Unsplash

A nossa cabeça é perita em supor o que acontece no futuro. O problema é que a grande maioria das suas suposições estão bem longe do que acontecem na realidade (felizmente). Servindo quase exclusivamente para nos fazer sofrer por antecipação. Algo que não é desejado de todo, principalmente quando não está dentro do nosso controlo.

Todas as suposições que a nossa cabeça cria por algo, o sofrimento e a dificuldade que nelas acarretam, quando dividido por metade ou até por um terço (!) tornam-se assim um bocadinho mais realistas. A verdade é que nada é tão mau quanto aparenta ser. Acredito que tu próprio já tiveste várias situações destas. O contrário também se aplica, mas claramente não em tão grande escala.

Estas suposições são importantes sim para percebermos os vários resultados posíveis dos diferentes acontecimentos. Claro que elas estão demasiado inclinadas para o pessimismo, mas parte de nós aceitarmos isso, percebermos que é a nossa realidade e que provavelmente não há tanta razão para stressar como pensamos. 

Com isto, a mensagem que gostaria que se passasse é que sim, o nosso cérebro cria muitos possíveis resultados para os mais variados acontecimentos, mas que eles não estão nem próximos do que muitas vezes ocorre de facto. Cabe a nós ouvirmos o que ele tem a dizer e aceitarmos. Não stressarmos nem mais nem menos por isso. Porque no final do dia, o que podemos fazer é controlar apenas o que está sobre o nosso controlo. Tudo o resto, apenas o tempo o dirá.

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Photo by Fernando @cferdo on Unsplash

Há exatamente duas semanas atrás, partilhei aqui no Blog "A minha história de redefinição de limites". Na qual falei sobre um bocadinho da minha jornada desde que comecei a correr até então, em que tinha pela primeira vez corrido 16km numa só atividade. Hoje, venho dar um pequeno update em relação a essa história!

Se há duas semanas atrás tinha corrido 16km pela primeira vez, hoje corri uma meia maratona pela primeira vez! Exatamente, 21.1km! E ainda consegui completá-la abaixo das duas horas. Literalmente, fui a pessoa mais feliz do mundo quando a completei. Não tencionava tentar isto hoje, mas senti-me bem, questionei-me "Porque não?" e lá aconteceu.

Ficou bem claro para mim que à medida que puxamos os nossos limites cada vez mais além, nos sentimos cada vez melhor connosco próprios. É um sentimento difícil de explicar e dificilmente replicado por outras coisas. É simplesmente um orgulho genuíno.

O que nestes últimos tempos tem acontecido comigo com a corrida, pode acontecer contigo também noutra área qualquer. O que interessa é que te disponhas a fazer algo que nunca fizeste e que te desafies a esse ponto. Olha-o em frente, conquista-o e orgulha-te!

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Imagem da minha autoria

Há dias que a nossa vida não contribuiu em nada para que os nossos hábitos se mantenham consistentes. Ora acontece algum imprevisto, ora esquecemo-nos de o fazer, ou mesmo outra coisa qualquer. Parece que não há remédio.

Cabe-nos a nós, gerir isso da melhor forma e lidar com a situação o melhor possível.

Ou escorregamos no dia de hoje esperando que o dia de amanhã seja diferente, ou fazemos pelo menos o mínimo que seja para marcar um check no nosso hábito.

Tinhas de treinar hoje mas não arranjaste tempo? Faz flexões, agachamentos ou abdominais nem que seja por dois minutos. O facto de fazeres algo, por muito pouco que possa parecer, faz com que interiorizes que não falhaste. Continuando no próximo dia, no que vem a seguir e por aí em diante. Tudo para não falhar a consistência de dias seguidos.

Por pouco que seja, lembra-te que as pessoas gostam de sequências e, quando as quebram, muitas vezes vão-se abaixo. Não é por fazeres mais 5 minutos hoje ou amanhã que as coisas vão mudar. Muda quando fazes o que fazes durante anos seguidos. Não tenhas pressa, continua a fazer o que fazes e não quebres a sequência. Vais agredecer-te mais tarde, certamente.

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Photo by Marten Bjork on Unsplash

Ali Abdaal, um médico, YouTuber e Podcaster que já cheguei a referir aqui no Blog. Nos últimos dias ele tem partilhado pelas suas redes sociais pequenos vídeos em que fala sobre alguma coisa em particular. Dando o seu ponto de vista sobre esse tópico em específico. Hoje, dei por mim a ver um desses vídeos no qual ele falou que, ao se aprender novas habilidades e aptidões consegue-se encontrar várias oportunidades que outrora não apareciam. Gostei muito da mensagem que ele transmitiu e isso deixou-me a pensar.

Ao aprendermos mais e mais coisas, é como se no mundo se abrissem mais e mais portas para nós entrarmos. O que antes nos era desconhecido, hoje já não é mais. E no que antes éramos inaptos a fazer, hoje já o conseguimos.

Claro que esta ideia pode entrar em conflito com a de "se fores bom em tudo, não serás muito bom em nada", mas acho que aqui o segredo, mais uma vez, é o balanço.

Não se trata de ser muito bom em tudo. Nunca se tratou. Acredito que tenhamos de "escolher" um tópico ou um número muito limitado de tópicos no qual nos "especializemos", de forma a conhecermos esse mesmo assunto mais a fundo. Contudo, também acredito que, só nos ajuda a crescer querermos saber mais e mais sobre outros tópicos. Quiçá encontrarás uma nova vocação da qual irás dedicar o resto da tua vida para percebê-la completamente tal é o amor por ela. Talvez não. Talvez fiques apenas com essa pequenina peça de conhecimento que antes te era desconhecida. E mesmo isso já é espetacular.

A verdade é que o conhecimento não ocupa espaço. E quando a sua posse, é sinal da probabilidade de mais portas no futuro, é indicutível a importância da sua procura.

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Photo by Dil on Unsplash

Trabalhar hoje não tem de ser como era trabalhar antes. Nos dias que correm, existem formas mais fáceis de se fazerem as coisas. Hoje em dia, o esforço já não é diretamente proporcional à qualidade do resultado final. Existem pelo meio outras variáveis também elas importantes, tais como: a eficiência.

Por vezes, dar um passo atrás e investir tempo a afiar o machado, é o melhor que há a ser feito. Estudar e arranjar formas de fazermos o mesmo trabalho de forma mais eficiente, pode ajudar-nos a atingir o resultado esperado mais rapidamente, mais facilmente e com uma janela de melhora muito maior. Isto porque, o que antes era difícil, agora é mais fácil. Podendo dedicar essa energia restante a aprimorar o resultado final.

Tudo isto melhora ainda quando, o esforço que antes era colocado no trabalho, se mantém. Porque não é por algo ficar de um momento para o outro mais fácil, que baixamos a guarda e nos contentamos com o que fizemos. Trabalho quando feito com afinco e desta vez também mais eficiente, poderá desencadear resultados que tu nunca pensaste que fossem possíveis alcançar.

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Photo by Anne Nygård on Unsplash