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A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

A Jornada de um Estudante

Um Blog sobre aprender, ensinar e criar online.

Todos os dias encontramos ou ouvimos falar de pessoas cruéis. Pessoas que não ajudam o próximo. Pessoas que no geral não contribuem para um Mundo melhor e pacífico. Mas, o que as levam a agir assim? Será que têm noção do que fazem?

Não são poucas as pessoas que agem de forma maliciosa na sociedade, e há muitas razões possíveis para tal. Talvez por vingança, ódio à sociedade atual ou até mesmo experiências negativas e perturbadoras no passado. Agindo de acordo com a ideia de que: "se a vida foi injusta comigo no passado, vou-me vingar disso no presente". Mesmo que muitas vezes estes pensamentos sejam irrealistas.

Com ou sem razões, a verdade é que atos cruéis ocorrem mais do que deveriam. Mas será que quem os pratica está consciente disso? Eu acredito que este caso é como tudo: há pessoas que sim, há pessoas que não. Enquanto umas estão consumidas pela doença, outras estão consumidas pela raiva. Enquanto umas são vítimas de doenças psiquiátricas, por exemplo, e agem de forma inconsciente não tendo noção dos seus atos, outras agem a sangue frio. Com perfeita noção do que fazem e das consequências que isso pode trazer.

É difícil pensar na existência de pessoas assim. É difícil pensar que pessoas agem assim conscientemente e livres de qualquer patologia. Agindo de livre e própria vontade. Olhando para o passado é notório a existência de pessoas dessas. Existem inúmeros exemplos desses no passado. Alguns deles bastante perturbadores até.

Hoje assinala-se um dia muito importante, o Dia Mundial da Saúde Mental. Mais importante que o dia em si, é partilhá-lho. Dar a conhecer a mais e mais pessoas este tema. Sinto que a Saúde Mental não é tão falada quanto devida. Recorrendo às tecnologias de hoje em dia e à boa vontade das pessoas, acredito que podemos mudar isso. Partilhando técnicas e pequenos truques que podem facilitar e até mudar realmente a vida de muitas pessoas para melhor. Já que problemas de Saúde Mental afetam cada vez mais e mais pessoas à medida que os anos passam.

A Saúde Mental é um campo muito vasto, mas como tudo há umas situações piores que outras. Por vezes, a ajuda de amigos e familiares não basta e é necessário procurar ajuda profissional. Não há que ter receio sobre isso, porque o que está em risco é a nossa saúde e é dever (ou pelo menos devia) de todos preservá-la e fazer de tudo para que fique sã. Por isso, se és uma pessoa que sofre de problemas destes, não receies em pedir ajuda, tu consegues, tu és mais forte do que tu pensas. Caso esse não seja o caso, mas conheces alguém nesta situação, aconselha-o a procurar ajuda.

Tenho esperança que a Saúde Mental um dia seja tratada por tu e que cada vez menos pessoas sofram de problemas como este.

Deixo em baixo alguns links de posts meus anteriores, onde podes encontrar algumas dicas que te podem ajudar com alguns problemas relacionados com a Saúde Mental:

- Dicas para combater a procrastinação ;

- Como finalmente ganhar auto-estima ;

- A famosa técnica contra a depressão.

Omitir não é melhor que mentir. Não é melhor nem pior. Não é por não dizer nada ao invés de dizer algo que não a verdade, que isso vai ser melhor. Poderá ser mais apelativo, para algumas pessoas, mas a verdade é que leva ao caos e à destruição da mesma maneira.

Há uns posts atrás falei da mentira. Disse alguma coisa do género que mentir não consistia só em mentir ao próximo, mas mentir também a si mesmo. Porque ao pronunciar, ao dizer alto a mentira, estamos a encarnar essa personagem. Personagem essa que não somos na realidade. Omitir não é diferente.

Omite-se por alguma razão. Talvez porque sabendo que se não omitíssemos a outra pessoa não ia gostar daquilo que ia ouvir. E por isso omitimos. Adiamos o assunto para mais tarde. Mais tarde quando? Para nunca, provavelmente. Não nos convém.

Tal como a mentira, a omissão também se acaba quase sempre por ser descoberta. E o problema que estavámos a tentar adiar, acaba por vir na mesma, infelizmente. A má notícia é que não vem apenas, vem sim maior e mais forte. Como que se ao longo do tempo que a mentira ou omissão ia durando, esse monstro que é o problema fosse crescendo e se fortalecendo. E quando vem, consome-nos completamente.

A pergunta que tenho para vos fazer é a seguinte: Será que vale mesmo a pena mentirmos e omitirmos correndo o risco dos nossos problemas se tornarem problemas ainda maiores? 

Somos uma espécie difícil de contentar. Ao ponto de pensarmos que algo nos satisfaz quando na verdade não é isso que acontece. Definimos metas e dizemos a nós próprios que ficaremos felicíssimos se as atingirmos, mas infelizmente por vezes ocorre é o contrário. Ficamos insatisfeitos. E porquê? Porque pensamos que podíamos ter dado ainda mais, definindo assim, posteriormente, uma meta ainda maior.

Desta forma  metemos demasiada pressão sobre nós próprios. Não ficando realmente satisfeitos caso alcançemos as nossas metas ou não. Puxamos por nós. Damos o nosso máximo (independentemente do que isso seja) e muitas vezes dizemos que não foi o suficiente.

Porque é que isto acontece? Porque que não ficarmos satisfeitos com o que alcançamos agora e nos preocuparmos depois com o futuro. Porque no final do dia, progresso é progresso, independentemente seja ele grande ou pequeno. Se olharmos para trás, para ontem, e virmos que hoje somos uma versão melhor que a do passado, isso já é uma vitória. Contentem-se com quem são hoje e não se martirizem por algo que queiram ser amanhã!

07 Out, 2019

A vida dos outros

Já pensaste como é a vida das pessoas que vês à volta? Não de uma forma interesseira ou invejosa, mas de uma forma interessada e curiosa. 

Fiquei a pensar nisto hoje no comboio. Porque há pessoas ricas, há pessoas pobres, há umas empregadas, outras não, há pessoas com muitos problemas, outras nem tanto. E ali, naquele momento no comboio, eu não via nada disso. Eu via apenas a pessoa. Olhei para cada uma delas individualmente a pensar como teria sido o dia delas. E era impossível conseguir uma resposta. Será que o dia delas tinha sido bom, mau, stressante, divertido... Se por acaso tinham passado o pior dia da vida delas ou até o melhor!  Fiquei curioso. Olhando para elas, parece que está tudo bem, mas muitas vezes não está. Cada um de nós tem os seus problemas mas as pessoas de fora não conseguem ver isso e é normal. 

São momentos assim que me fazem refletir sobre a complexidade da vida, apesar de ela parecer tão simples quando só olhamos para nós próprios. São estes momentos que vejo também que tudo em nós é tão insignificante comparado ao geral: às milhões e milhões de pessoas, aos problemas que tanta gente tem, às condições que tanta gente passa e que mesmo assim, de alguma forma, conseguem levantar a cabeça e meter um sorriso nos lábios. As pessoas são fascinantes.

 

Hoje é dia de Eleições Legislativas e há uma coisa que nunca percebi e me faz confusão. Tenho a certeza que não sou o único, pois este é um tema bastante falado até. Mas, como é que a taxa de abstenção é tão elevada? Não é surpresa para ninguém que ao longo dos anos esta taxa tem aumentado e muito. À medida que os anos passam, há mais e mais portugueses a não votarem quando chega a vez deles darem a sua palavra.

Muita gente em Portugal quer a mudança, mas pouco faz para mudar isso. Quando chega a altura em que podem realmente fazer alguma coisa, não custando nada, mesmo assim não o fazem. Arranjando desculpas para isso: "Não vai mudar nada.", "Não vai fazer grande diferença se eu não votar." Se todos pensassem assim estávamos perdidos. Literalmente. Porque estes pensamentos recorrentes são irrealistas. Votar muda sim Portugal. E faz diferença sim se não votares. A força de uma multidão é enorme e impossível de não ser ouvida.

Com isto, peço que todos exerçam o seu dever e votem. Porque isto é uma coisa que ninguém pode fazer por nós. E trata-se de um assunto de interesse da população em geral (sem exceção!). Se queres que algo mude, faz por isso e influencia as pessoas que te rodeiam a fazerem o mesmo.

Durante meses, dormia 6-7h por dia. Por vezes menos, nas alturas em que a Faculdade apertava mais, mas pelo menos 6 horas tentava dormir sempre. Isto, todos os dias, voluntariamente. Independentemente se fosse dia de semana ou fim de semana acordava sempre à mesma hora: 6h da manhã.

Esta foi a minha rotina durante alguns meses. Sentia-me bem e produtivo. Mesmo sabendo que era recomendável dormir pelo menos 8 horas, não sentia necessidade de mudar. Tinha a minha vida bem organizada daquela forma.

Pouco antes de acabar o 2° semestre e das férias de verão chegarem, comecei a sentir os efeitos disso. E, para não agravar muito mais, comecei a dormir mais, pelo menos 8 horas. E tenho feito isso desde então.

Com isto, mudei a minha rotina. Aprendi que não interessa o número de horas que tens quando estás acordado, mas sim o que fazes com elas. Eficiência é a chave. Não interessa se tens 24h para estudar, por exemplo, se não fores eficiente, não estás a ser produtivo. Alguém eficiente conseguia fazer o que fizestes com menos de metade do tempo que tiveste. Fiz assim do dormir uma prioridade. E conto continuar assim.

Hoje trago algo diferente. Esta tarde, ao ler umas respostas do Quora, fiquei a conhecer um site interessantíssimo e passei literalmente 1h a ler artigos de lá. Por isso, resolvi que hoje era uma boa oportunidade de vos dar a conhecer este site.

Psychology Today é O site. Captou-me instantaneamente a atenção ao mostrar na página inicial vários artigos das mais variadas temáticas. Desde Saúde Mental, Personalidade, Desenvolvimento Pessoal, Relações pessoais, Vida Familiar, entre outras. São artigos de fácil leitura, com linguagem quotidiana e são escritos por pessoas especializadas na área. O que é excelente porque os torna confiáveis e credíveis. 

Espero que tirem partido do site e que vos seja útil. Por fim, deixo aqui alguns artigos que li e que gostei:

- Coffe: Does it help or Harm you?

- Don't be a slave to your smartphone.

- The Health Benefits of Hapiness

 

 

03 Out, 2019

Precisar vs Querer

As pessoas precisam de relativamente poucas coisas para sobreviver ou até mesmo viver uma vida razoável. Elas precisam de água, alimento, qualquer tipo de habitação, saúde, relações pessoais entre outras coisas.

O que acontece frequentemente é que as pessoas confundem o que precisam  do que querem. "Eu preciso disto, eu preciso daquilo". Muitas vezes elas não precisam, elas querem! Elas não precisam de roupa nova, elas não precisam de carros novos. Elas querem. Dá-lhes satisfação. Fá-las ficar um bocadinho mais contentes. Mas elas não precisam realmente disso.

Do precisar ao querer ainda vai uma distância grande. E é importante sabermos distinguir, pois temos muitos a ganhar com isso.

Ao distinguirmos o que queremos do que precisamos acredito que ficamos mais conscientes acerca da nossa vida. Temos noção do que realmente precisamos para manter a nossa qualidade de vida e o que queremos para nos satisfazer ou mimar. Faz-nos ser melhores pessoas e mais empáticas, conseguindo-nos colocar no lugar de outras pessoas. Pessoas essas que podem não ter metade do que temos e mesmo assim vivem bem e são felizes. 

Desafio-te a refletir sobre este tema, tenho a certeza que vais chegar a conclusões bastante interessantes. Se quiseres, partilha aqui nos comentários. Adoraria ler o que pensaste.

 

02 Out, 2019

Dias complicados

Há dias complicados. Pior, dias que começam a ser complicados logo pela manhã, ao acordar. Por momentos, até se pensa que é a preguiça a falar mais alto, mas hoje não foi o caso. No momento que escrevo, são exatamente 20h27 e, pelo que parece, esta preguiça prolongou-se pelo dia todo. Como se isso não fosse suficientemente mau, só foi aumentando gradualmente ao longo do dia.

O dia não foi mau, mas estive constantemente exausto. Podia ter sido por uma noite mal dormida, mas como esse não foi o caso, não sei. Uma coisa é certa, quando chegar a casa vou preparar o que tenho para preparar para o dia seguinte, adiantar uns trabalhos e descansar. Esperando que amanhã seja um dia melhor que o de hoje. Porque dias menos bons também fazem parte da vida e só temos de aceitá-los.