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A Jornada de um Estudante

Um estudante da vida, que escreve do que pensa, do que vê e do que sente

A Jornada de um Estudante

Um estudante da vida, que escreve do que pensa, do que vê e do que sente

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Costumas ser criativo? Em que altura do dia costumas ser? O último livro que li (este aqui) ajudou-me a esclarecer estas perguntas e muitas outras relativas à criatividade. Sim, existem momentos do dia em que somos mais criativos e sim, existe formas de conseguirmos sermos mais criativos

 

Scatter Focus. Scatter Focus é um termo que aparece muitas vezes ao longo do livro. Significa deixar a tua mente dispersar, não pensando em nada em concreto. Nem te apercebes (se calhar apercebes) que passas muito do teu dia neste modo. E que estar neste modo pode ser muito produtivo até, porque é neste mesmo modo que tu consegues ser mais creativo! Tenho a certeza que já te aconteceu, teres um momento daqueles "Eureka!" em que descobres a solução para alguma coisa num momento em que nem estavas a pensar realmente nisso, e é exatamente isso que acontece.

 

A razão pela qual a nossa mente dispersa tanto é devido a não estarmos a tomar muita atenção a nada e como a nossa mente gosta de se sentir ocupada, ela pensa, pensa e pensa... Só para teres uma ideia a nossa mente dispersa cerca de 4 a 5 vezes por hora! (Impressionante, não é?)

 

Mas afinal, como ser mais criativo?

 

Existem várias formas de atingirmos este Scatter Focus mode, como por exemplo:

 

- Rodeia-te de ambientes mais ricos: Com isto quero dizer, rodeia-te de ambientes que de façam "disparar" certos estímulos, novas ideias e novos pensamentos. Alguns destes lugares podem ser cafés, bibliotecas, espaços verdes, etc...

 

- Dorme sobre o problema: É no sono que muitas vezes vêm as ideias brilhantes, nesse momento o nosso sentido creativo é ativado. Não é por acaso que várias pessoas bem sucedidas dormia com um bloco de  notas na mesinha de cabeceira enquanto dormiam para caso tivessem alguma ideia durante o sono.

 

- Deixa tarefas intecionalmente incompletas: Muitas vezes só queremos acabar os trabalhos e nunca mais pegar neles, mas isso por vezes não é o melhor a fazer. Ao deixares o trabalho incompleto e, por exemplo, fores lê-lo no dia seguinte, existe uma probabilidade muito maior de conseguires detetar algum erro nele e até podes te ter lembrado entretanto de mais informação útil ao trabalho.

 

Espero que tenhas achado este assunto tão interessante quanto eu! Deixa nos comentários o que pensas sobre este assunto, adoraria ler o que tens para dizer.

 

Até à próxima,

Gonçalo

 

 

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Ontem acabei de ler Hyperfocus de Chris Bailey, mais um livro de produtividade que não desiludiu, mais um livro espetacular deste autor. Já tinha adorado The Productivity Project da mesma autoria, e este, igualmente bom. Tal como o primeiro livro, também, muito bem estruturado, direto e de fácil leitura.

 

A nossa atenção, e a nossa capacidade de focar é uma das coisas mais valiosas que nós temos. As coisas a que nós prestamos atenção definem muito quem nós somos, e por vezes tomamos atenção a mais a coisas que não interessam tanto e nós sabemos isso, mas é como se fosse mais forte que nós. Na realidade de hoje em dia, não é fácil, estamos a ser constantemente a ser distraídos seja com pessoas, notificações, publicidades... assim fica difícil controlarmos a nossa atenção. Posto isto, esta obra explica muito bem o que fazer com ela e como tirar um melhor proveito dela. Este livro é para todos aqueles que querem aprender a usar a sua atenção mais eficientemente, em coisas que valem mais a pena e a perceber todos os mecanismos por trás disso. 

 

E tu? Ficaste interessado em ler este livro?

 

Até à próxima,

Gonçalo